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Narrativas e Trajetórias de Usuários de Drogas


Equipe: Jardel Sander da Silva (tutor); Bruna Damiano Riguini, Carolina de Sena Sousa, Denise Birck Sausen, José Eustáquio da Silva Borges, Renata de Brito Calonge, Vanessa Cristina Costa (preceptores SMSA-PBH); Ana Paula Machado dos Santos, Bruna Rodrigues de Lima, Camila Alencar Silva, Daiana Bianco Canuto, Douglas Henrique Gomes, Fabrício Leitão, Francyelle Camilly de Souza Oliveira, Luana Pereira de Oliveira Rodrigues Trindade, Lucas Ramos dos Santos Almeida, Raquel Magda de Abreu Almeida, Robson Salvado, Wandirlene Aparecida de Oliveira Trindade (acadêmicos bolsistas).

Estamos diante de um imenso desafio atual que é o de fazer valer uma rede pública psicossocial de assistência aos usuários de álcool e outras drogas, baseada na Reforma Psiquiátrica e nos princípios do SUS, através da Política de Saúde Mental adotada pelo Ministério da Saúde.

Nossa pesquisa – Narrativas e Trajetórias de Usuários de Drogas – faz parte do Programa de Educação Pelo Trabalho (PET) – Redes de Atenção – Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas 2013-2015. Nossa proposta de pesquisa-intervenção tem como objetivos buscar elementos e dimensões vividas pelos usuários de álcool e outras drogas a fim de conhecer e mapear vínculos que fizeram e fazem parte da história destes usuários nas suas trajetórias de uso e abuso de substancias, bem como praticas que se mostraram efetivas na diminuição do uso na tentativa de aproximar nossa compreensão do fenômeno e da realidade vivida por esses usuários em Belo Horizonte/MG.

Desta forma, como percurso inicial, buscamos conhecer e mapear alguns serviços públicos de Belo Horizonte, estaduais e municipais, filantrópicos e religiosos, dentro e fora da rede de Saúde Mental, que julgamos fazer parte da história e trajetória dos usuários nesse uso ou abuso de substâncias.

O objetivo destas visitas foi conhecer os serviços, o público-alvo, os objetivos, a missão, a metodologia de trabalho, dentre outros aspectos relevantes na tentativa de nos aproximar da realidade e da assistência singular a cada serviço.

Como forma de mapear o percurso, entrevistas foram realizadas com os pacientes e analisadas, incluindo também o estudo de prontuários.

Criamos um Fluxograma para melhor visualização e interpretação dos dados definido como uma linha do tempo, escalonada em meses/anos, onde inserimos as trajetórias e os dados de forma cronológica.

Com reuniões quinzenais de equipe e participação do tutor, dos preceptores e estudantes, organizamos materiais relevantes para a pesquisa, visando à construção e publicação de artigos. Através dessas reuniões, o acompanhamento e supervisão de estudantes nos serviços foram realizados também.

A partir das informações coletadas foi possível a apresentação da pesquisa em eventos, seminários, congressos, simpósios, dentre outros.

Temos adquirido aprendizado com a pesquisa, questionando e renovando conceitos e convicções, buscando fundamentação teórica ao mesmo tempo em que se reflete sobre os processos de trabalho e assistência aos usuários.


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