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Publicação detalhada
Artigo: Resumos de TCCs da Fisioterapia de Poços de Caldas

Autor(es): Fisioterapia de Poços de Caldas

Resumos:

Resumo 1 - AVALIAÇÃO DA FADIGA E DA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO
Resumo 2 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO SONO DOS ESTUDANTES DE FISIOTERAPIA DA PUC MINAS CAMPUS DE POÇOS DE CALDAS
Resumo 3 - EFEITOS DOS BANHOS DE IMERSÃO EM ÁGUAS SULFUROSAS EM PACIENTES COM OSTEOARTROSE DE JOELHO: ENSAIO CLÍNICO CONTROLADO E RANDOMIZADO.
Resumo 4 - ANÁLISE DOS SINTOMAS CLÍNICOS DE VIAS DE PARTO NO ASSOALHO PÉLVICO EM MULHERES PRIMÍPARAS
Resumo 5 - ALTERAÇÃO NOS PÉS DE ATLETAS DE GINÁSTICA RÍTMICA
 

 

AVALIAÇÃO DA FADIGA E DA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO

Renata Costa Duarte; Maria Imaculada Ferreira Moreira Silva

Departamento de Fisioterapia – PUC MINAS – Campus Poços de Caldas/MG.

A fadiga é um dos sintomas mais debilitantes e prevalentes no câncer, ocorrendo em 14% a 96% dos pacientes que possuem essa patologia. Diante disso este estudo teve como objetivo avaliar os níveis de fadiga e de qualidade de vida em pacientes portadores de câncer que estão sob tratamento antineoplásico. Foram avaliados 17 indivíduos com diferentes tipos de câncer, que estavam sendo assistidos pela Associação do Voluntariado Contra o Câncer - AVOCC. Dos pacientes avaliados, 11 eram homens e 06 mulheres, com média de idade de 66 anos e 55 anos, respectivamente. Para coleta dos dados cada participante respondeu a três instrumentos: o Pictograma de Fadiga (2009), a Escala de Fadiga de Piper – Revisada (2009) e a 3ª versão do Quality of Life Questionnaire - QLQ-C30 (1986). Os resultados apontaram maior nível de fadiga entre as mulheres e diminuição nas funções: emocional, cognitiva e social e aumento nos sintomas: náuseas e vômitos, dor, insônia e dispnéia para ambos os sexos, demonstrando que os efeitos colaterais do tratamento oncológico influenciam negativamente a qualidade de vida dos pacientes. Assim programas educativos seriam essenciais para melhor conhecimento do impacto que a fadiga pode causar nestes pacientes.

 

Palavras-chave: Câncer. Tratamento antineoplásico. Fadiga.

 

 

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO SONO DOS ESTUDANTES DE FISIOTERAPIA DA PUC MINAS CAMPUS DE POÇOS DE CALDAS

Laís Kênia Silva dos Reis; Marilene Mendes dos Santos

Departamento de Fisioterapia – PUC MINAS – Campus Poços de Caldas/MG.

Os estudantes em busca de uma boa qualificação profissional submetem-se a forte pressão e estresse pela exigência de alto rendimento, podendo resultar em menor quantidade de horas de sono e apresentar uma pior qualidade de sono. Sendo assim, podem se tornar portadores de sonolência diurna excessiva (SDE), como um mecanismo compensatório. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade do sono dos estudantes de Fisioterapia da PUC Minas campus de Poços de Caldas. Para tal, foram aplicados dois questionários autoaplicáveis, o questionário Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI) e a Escala de Sonolência de Epworth (ESE), e também foram realizadas algumas questões sobre a prática de atividade física, alguma queixa de dor e sua localização. Participaram deste estudo, 120 estudantes do curso que aceitaram responder os questionários, com média de idade 21±3,41, com mínima de 17 anos e máxima de 36 anos. Os resultados mostraram que somente 32,5% fazem atividade física e 40,83% apresenta queixas de dor, sendo 29,17% localizada na coluna. Na análise dos questionários observou-se uma média de 9,66±3,31 pontos no ESE e de 7,9±4,21 pontos no PSQI, sendo que 75% dos estudantes apresentaram qualidade de sono ruim, 22,5% sonolência diurna normal, 27,5% sonolência diurna limite, 39,17% SDE leve, 10% SDE moderado e 0,83% SDE grave. Conclui se que os estudantes de Fisioterapia apresentam uma qualidade de sono ruim, podendo assim apresentar SDE como mecanismo compensatório. Dessa forma, recomenda-se que promovam o desenvolvimento de programas preventivos que orientem os estudantes sobre a importância da regularidade e das medidas de higiene do sono.

Palavras-chave: Estudantes. Sono. Distúrbios do Sono. Dor. Exercício Físico.

 

 

 

 

EFEITOS DOS BANHOS DE IMERSÃO EM ÁGUAS SULFUROSAS EM PACIENTES COM OSTEOARTROSE DE JOELHO: ENSAIO CLÍNICO CONTROLADO E RANDOMIZADO.

Neiva Nataly de Oliveira Rêgo; Paulo Henrique Oliveira Silva; Marcelo Branco

Departamento de Fisioterapia – PUC MINAS – Campus Poços de Caldas/MG.

O emprego das águas medicinais como recurso terapêutico tem sido utilizado desde a época do Império Grego onde as propriedades curativas das águas exerciam um grande poder e predominância entre os povos antigos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do banho de imersão em água sulfurosa no tratamento da osteoartrose de joelho, um processo degenerativo articular que acomete indivíduos em processo de envelhecimento. Participaram 24 indivíduos portadores de osteoartrose de joelho, com idade entre 50 a 90 anos, que foram randomicamente divididos em três grupos: controle (não recebeu banhos), água termal potável e água termal sulfurosa (30 banhos de 20 minutos cada). Os indivíduos passaram por três avaliações de qualidade de vida, através de questionários específicos, sendo uma antes do inicio dos tratamentos (baseline), uma após (endpoint) e a última realizada dois meses após a segunda avaliação (follow-up). Os resultados mostraram melhoras significativas nos grupos tratados com ambas as águas na avaliação endpoint, com um destaque importante para os banhos sulfurosos na avaliação follow-up, indicando um efeito duradouro deste recurso. Neste estudo os banhos de imersão em águas termais sulfurosas mostraram-se como uma importante ferramenta terapêutica no tratamento da osteoartrose de joelho.

Palavras-Chave: Osteoartrose, Termalismo, Joelho, Fisioterapia.

 

 

 

ANÁLISE DOS SINTOMAS CLÍNICOS DE VIAS DE PARTO NO ASSOALHO PÉLVICO EM MULHERES PRIMÍPARAS

Kathylce Jaqueline Vital Vieira; Delcia Barbosa de Vasconcelos Adami

Departamento de Fisioterapia – PUC MINAS – Campus Poços de Caldas/MG.

Muitos estudos evidenciam a associação entre a gravidez, o parto e o surgimento de sintomas geniturinários. Entretanto, ainda há controvérsias sobre o papel do tipo de parto na prevenção e no agravamento desses sintomas e se existe alguma correlação com a função sexual destas mulheres. O objetivo desse estudo foi investigar os sintomas clínicos miccionais; investigar a presença de sintomas miccionais em mulheres primíparas, de 5 a 12 meses após o parto, e verificar a presença de disfunção sexual. Foram voluntárias 44 mulheres, as quais foram avaliadas através dos questionários validados ICIQ-SF (International Consultation on Incontinence Questionnaire Short-Form), o ICIQ-OAB (International Consultation on Incontinence Questionnaire Overactive Bladder) e o IFSF (Índice de Função sexual Feminina). Das 44 voluntárias, não foram incluídas no estudo 5 pela idade, 7 pela discordância entre as respostas e 1 por não ter respondido todas as questões. O estudo demonstrou que das 31 mulheres incluídas, 35,48% optaram pelo parto vaginal, 45,16% fizeram cesariana (eletiva ou de urgência sem trabalho de parto) e 19,35% fizeram cesariana em vigência de trabalho de parto. No questionário ICIQ-SF, a presença dos sintomas miccionais e diminuição da qualidade de vida estiveram mais graves (escore>10) em 9,68% das primíparas. No questionário ICIQ-OAB, a presença dos sintomas miccionais de bexiga hiperativa esteve mais grave (escore>7) em 19,36% das mulheres e no IFSF, apresentando disfunção sexual (escore<26) em 22,58%. Conclui-se que não houve associação entre a via de parto e o aparecimento dos sintomas clínicos miccionais, porém existe um índice relevante de disfunção sexual e queixa clínica de bexiga hiperativa nessas mulheres, mesmo com o alto índice de cesárea, sugerindo-se assim, mais pesquisas no puerpério remoto.

Palavras-chave: Fisioterapia, Parto, Incontinência Urinária, Assoalho Pélvico, Sexualidade.

 

 

ALTERAÇÃO NOS PÉS DE ATLETAS DE GINÁSTICA RÍTMICA

Maria Angélica Figueiredo Barros; Raysa Fontebaci de Oliveira; Thatia Regina Bonfim

Departamento de Fisioterapia – PUC MINAS – Campus Poços de Caldas/MG.

A Ginástica Rítmica (GR) é um esporte essencialmente feminino, com um alto grau de dificuldade técnica, em que a excelência de desempenho é alcançada em idade muito jovem. Em decorrência disto, é cada vez mais comum o início precoce do treinamento da GR, por volta dos seis anos de idade. Porém, o treinamento físico excessivo nesta idade representa uma situação de estresse ao sistema musculoesquelético imaturo e pode favorecer a ocorrência de alterações musculoesqueléticas e lesões. Apesar da leveza da GR, a sua prática exige movimentos repetitivos de diversos segmentos corporais e, em especial, os pés são expostos a movimentos excessivos em flexão plantar e com sobrecarga. Em função disto, o objetivo deste estudo foi investigar a ocorrência de queixas de dores nos pés e em outros segmentos corporais, assim como, as características dos pés de atletas de Ginástica Rítmica. Participaram deste estudo dez atletas do gênero feminino, praticantes de Ginástica Rítmica, com idade média de 12,8 anos. Todas as atletas foram avaliadas no local de treinamento, em 3 etapas: 1) Coleta de dados pessoais, com histórico de treinamento e de possíveis queixas de dores nos pés e em outros segmentos; 2) Inspeção visual dos pés; e 3) Avaliação da conformação do arco plantar. Os resultados indicaram que 80% das atletas apresentam queixas de dores nos pés, especialmente durante os treinamentos. Ainda, 90% das atletas referiram a ocorrência de dores em outros segmentos corporais, sendo a coluna lombar o segmento mais citado. Alterações nos pés foram identificadas em 80% das atletas, sendo que as alterações mais freqüentes são hálux valgo e calosidades na região anterior. Além disto, 70% das atletas apresentam o arco plantar esquerdo elevado e 80% apresentam o arco plantar direito elevado, indicando um pé cavo. Estes resultados apontam que a prática da GR pode ocasionar alterações nos pés e que o ritmo de treinamento predispõe de futuras lesões musculoesqueléticas. Sendo assim, é possível concluir que a prática da GR favorece a ocorrência de dores nos pés e na coluna lombar e alterações nos pés, como: calosidades, hálux valgo e elevação do arco plantar.

 

Palavras-chave: Ginástica Rítmica. Pé. Arco plantar. Dor. Esporte na infância e na adolescência.



Local:

Data de publicação no site: 20/03/2012


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