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Publicação detalhada
Artigo: COMPARAÇÃO ENTRE AS TÉCNICAS CIRÚRGICAS DE TPLO, TTA E TTO PARA CORREÇÃO DA RUPTURA DE LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL EM CÃES

Autor(es): Kelly Venâncio de Oliveira

 

A ruptura do ligamento cruzado cranial (RLCCr) é uma das lesões ortopédicas mais comuns e a maior causa de doença degenerativa articular da articulação fêmoro-tíbio-patelar. Cães de qualquer raça, idade ou sexo podem apresentar claudicação resultante de RLCCr, mas essa afecção é mais prevalente nos animais com sobrepeso e mais ativos. O diagnóstico da RLCCr pode ser obtido através de uma avaliação da estabilidade do joelho por meio do teste de “gaveta” cranial e teste de compressão tibial ou pode-se fazer também uso do diagnóstico por imagem, como as radiografias, ou mesmo a artroscopia. O tratamento das lesões do ligamento cruzado cranial (LCCr) pode ser conservativo ou cirúrgico. As técnicas cirúrgicas para a correção da RLCCr são divididas em extra-articulares e intra-articulares. Recentemente, surgiram novas técnicas baseadas em osteotomias corretivas para o tratamento da RLCCr. Essas técnicas procuram alterar a mecânica da articulação para obter estabilidade pela restrição ativa da articulação do joelho, neutralizando o impulso tibial cranial, e assim eliminando a instabilidade articular durante a sustentação de peso em cães com lesão no LCCr. Dentre as técnicas de osteotomias corretivas, destacam-se a osteotomia de nivelamento do platô tibial (TPLO), avanço da tuberosidade tibial (TTA) e a osteotomia tripla da tíbia (TTO), que aparentemente apresentam resultados pós-operatórios imediatos melhores quando comparados com as demais técnicas.

 

Palavras-chave: Ruptura do ligamento cruzado cranial, joelho, cães, osteotomia.



Local:

Data de publicação no site: 17/08/2012


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