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Publicação detalhada
Artigo: Estudo comparativo das técnicas cirúrgicas de palatoplastia Veau e Furlow na fala de crianças com fissura palatina

Autor(es): Camila Queiroz de Moraes Silveira Di Ninno1, Camila Carolina de Faria Macedo2, Nathália de Jesus Ferreira2, Sásia Corine Miranda Gomes2, Izabel Miranda Campolina3

 

Camila Queiroz de Moraes Silveira Di Ninno1, Camila Carolina de Faria Macedo2, Nathália de Jesus Ferreira2, Sásia Corine Miranda Gomes2, Izabel Miranda Campolina3

(1) Professora adjunto do Curso de Fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC Minas - Belo Horizonte (MG), Brasil.

(2) Graduanda do 8° período do Curso de Fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC Minas - Belo Horizonte (MG), Brasil.

(3) Professora adjunto do Curso de Fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais- PUC Minas - Belo Horizonte (MG), Brasil.

Trabalho realizado no Curso de Fonoaudiologia, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC/Minas - Belo Horizonte (MG).

RESUMO

Objetivo: comparar as técnicas cirúrgicas de palatoplastia Veau e Furlow, utilizadas em um centro de tratamento de deformidades craniofaciais, em relação ao seu efeito no mecanismo velofaríngeo. Métodos: estudo transversal, retrospectivo, em que por meio da consulta de prontuários, avaliação perceptivo-auditiva, uso do espelho de Glatzel e da inspeção intra-oral, 57 crianças submetidas à palatoplastia primária pelo mesmo cirurgião plástico a partir de 2006, foram avaliadas quanto à presença ou não de refluxo nasal, articulação compensatória (AC), hipernasalidade, escape de ar nasal (EAN) e fístula. Resultados: não houve diferença entre a técnica cirúrgica empregada e os resultados no mecanismo velofaríngeo. Entretanto, para o EAN, houve tendência à diferença (p=0,068), visto que a maioria (66,67%) das crianças submetidas à técnica Furlow, apresentou ausência de EAN. No teste hipótese para proporção, observa-se que a ausência de refluxo nasal, AC e fístula, foram achados com diferença estatística, no sentido de ocorrerem em mais de 50% da população do estudo. Vale ressaltar que o gênero masculino, técnica de Veau e a ausência de hipernasalidade foram achados com tendência à diferença estatística. Conclusão: não houve diferença entre as técnicas cirúrgicas comparadas. Porém, existe uma tendência a melhores resultados no mecanismo velofaríngeo em crianças submetidas à técnica de Furlow.

 

Descritores: Fissura Palatina; Disfunção Velofaríngea; Avaliação; Crianças, Fala; Cirurgia Plástica; Qualidade da Voz.

 



Local:

Data de publicação no site: 17/08/2012


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