Arcos



Publicação detalhada
Artigo: Bem estar e qualidade da carne de suínos submetidos ao manejo pré-abate

Autor(es): Isabella Castro Silva Vieira, Thaís Fernanda da Costa e Silva

RESUMO
O presente trabalho busca esclarecer os efeitos do estresse sofrido pelos suínos no manejo pré-abate, desde o embarque na granja até a sangria no frigorífico, e sua relação com a qualidade da carne. Condições estressantes têm potencial para acarretar alterações no músculo e exercer forte impacto econômico na cadeia da carne. Com isso, a interação com o estresse pré-abate pode ser definidora da qualidade final da carne produzida. A suinocultura representa um importante setor no Brasil, e fatores que alteram a qualidade da carne suína geram grandes preocupações entre produtores e pesquisadores. Neste trabalho foi realizada a dosagem da concentração de cortisol sanguíneo de suínos terminados, em descanso na granja, (grupo 1) e nos mesmos, durante a sangria (grupo 2). A média da concentração de cortisol plasmático dos animais do grupo 1 foi de 6,99 mcg/dL enquanto que os animais do grupo 2 foi de 16,19 mcg/dL., sugerindo que esses animais se encontravam sob condições de estresse. A média do pH das carcaças dos animais, 45 minutos após o abate foi de 5,7 e 24 horas depois, foi de 6,1. Na avaliação visual das mesmas, não foram observadas características de PSE (pálida, mole e exsudativa) ou DFD (seca, firme e escura).
Palavras-chave: Cortisol. Suínos. Estresse. pH. Carne



Local: Medicina Veterinaria PUC MINAS - Betim

Data de publicação no site: 08/10/2013


Link do artigo completo: BEM ESTAR E QUALIDADE DA CARNE DE SUÍNOS PDF Document

  Av. Dom José Gaspar, 500 - Coração Eucarístico - Belo Horizonte - MG CEP 30535-901 - Telefone geral: (31)3319-4444